segunda-feira, 8 de outubro de 2012



 

 Acidentes com aranhas

Veja agora um texto confiavel (como sempre) sobre Acidentes por Aracnídios
ACIDENTE LOXOSCÉLICO
LOXOSCELISMO (acidente por aranha marrom), tem sido descrito em vários continentes. Corresponde à forma mais grave de araneísmo no Brasil. A maioria dos acidentes notificados se concentra no sul do país, particularmente Paraná e Santa Catarina. O acidente atinge mais comumente adultos, com discreto predomínio em mulheres, ocorrendo no intradomicílio. Observa-se uma distribuição centrípeta das picadas, acometendo mais a coxa, tronco ou braço. 
ARANHA MARROM (Loxosceles)

Aranha pouco agressiva, com hábitos noturnos.
Encontra-se em pilhas de tijolos, telhas, beira de barrancos; nas residências, atrás de móveis, cortinas e eventualmente nas roupas.
Ações do Veneno: Parece que o componente mais importante é a enzima esfingomielinase-D que por ação direta ou indireta, atua sobre os constituintes das membranas das células, principalmente do endotélio vascular e hemácias, ativando as cascatas do sistema complemento, da coagulação e das plaquetas, 
desencadeando intenso processo inflamatório no local da picada, acompanhado de obstrução de pequenos vasos, edema, hemorragia e necrose focal. Nas formas mais graves, acredita-se que a ativação desses sistemas leva a hemólise intravascular.
Quadro Clínico: A picada quase sempre é imperceptível e o quadro clínico se apresenta sob duas formas:
Forma Cutânea: 87 a 98% dos casos. Instalação lenta e progressiva. Sintomas: dor, edema endurado e eritema no local da picada, pouco valorizados pelo paciente. Acentuam-se nas primeiras 24 a 72 horas após o acidente, podendo ser:
  • Lesão incaracterística: bolha de conteúdo seroso, edema, calor e rubor, com ou sem dor em queimação.
  • Lesão sugestiva: enduração, bolha, equimose e dor em queimação.
  • Lesão característica: dor em queimação, lesões hemorrágicas focais, mescladas com áreas pálidas de isquemia (placa marmórea) e necrose.
As picadas em tecido frouxo, como na face, podem apresentar edema e eritema exuberantes. A lesão cutânea pode evoluir para necrose seca (escara) em cerca de 7 a 12 dias, que, ao se destacar em 3 a 4 semanas, deixa úlcera de difícil cicatrização.
As mais comuns alterações do estado geral: astenia, febre nas primeiras 24 horas, cefaléia, exantema morbiliforme, prurido generalizado, petéquias, mialgia, náuseas, vômito, visão turva, diarréia, sonolência, obnubilação, irritabilidade, coma.
Forma Cutâneo-Visceral (hemolítica): 1 a 13% dos casos. Além do comprometimento cutâneo, observam-se manifestações clínicas decorrentes da hemólise intravascular como anemia, icterícia e hemoglobinúria, que se instalam geralmente nas primeiras 24 horas. Petéquias e equimoses, relacionadas à coagulação intravascular disseminada (CIVD). Casos graves podem evoluir para insuficiência renal aguda, que é a principal causa de óbito no loxoscelismo.
Com base nas alterações clínico-laboratoriais e identificação do agente causal, o acidente loxoscélico pode ser CLASSIFICADO em:
  1. LEVE: Lesão incaracterística sem alterações clínicas ou laboratoriais e com identificação da aranha causadora do acidente. Paciente deve ser acompanhado pelo menos por 72 horas, caso pode ser reclassificado.
  2. MODERADO: Lesão sugestiva ou característica, mesmo sem identificação do agente causal, com ou sem alterações sistêmicas do tipo rash cutâneo, cefaléia e mal-estar.
  3. GRAVE: Lesão característica e alterações clínico-laboratoriais de hemólise intravascular.
Complicações:
Locais: infecção secundária, perda tecidual, cicatrizes desfigurantes.
Sistêmicas: principal: insuficiência renal aguda.
Exames Complementares: Não há específicos.
         # Forma cutânea: hemograma com leucocitose e neutrofilia.
        # Forma cutâneo-visceral: anemia aguda, plaquetopenia, reticulocitose, hiperbilirrubinemia indireta, queda dos níveis séricos de haptoglobina, elevação dos níveis séricos de potássio, creatinina e uréia e coagulograma alterado.


Tratamento:
Tratamento Específico: Soro antiloxoscélico (SALOx) ou Soro Antiaracnídico (SAAr) – Dados experimentais revelaram que eficácia da soroterapia é reduzida após 36 horas da inoculação do veneno. A utilização do antiveneno depende da classificação de gravidade. Ver Quadro Resumo no decorrer do capítulo.
Tratamento Geral: 
  • Corticoterapia: prednisona por via oral na dose de 40mg/dia para adultos e 1mg/Kg/dia para crianças, por pelo menos cinco dias.
  • Dapsone (DDS): em teste para redução do quadro local. 50 a 100mg/dia, via oral, por duas semanas. Risco potencial da Dapsone desencadear metemoglobinemia. Paciente deve ser acompanhado clínico-laboratorialmente durante administração da droga.
  • Suporte: Para as manifestações locais: Analgésicos (dipirona), compressas frias, antisséptico local e limpeza da ferida (permanganato de potássio), se infecção secundária usar antibiótico sistêmico, remoção da escara só após delimitação da área de necrose, tratamento cirúrgico (manejo de úlceras e correção de cicatrizes). Para as manifestações sistêmicas: Transfusão de sangue ou concentrado de hemáceas quando anemia intensa, manejo da insuficiência renal aguda.
ACIDENTE POR PHONEUTRIA
Aranha do gênero Phoneutria causa acidente denominado “foneutrismo”. Popularmente conhecida como ARANHA ARMADEIRA, devido ao fato de ao assumir comportamento de defesa, apoia-se nas patas traseiras, ergue as dianteiras e os palpos, abre as quelíceras, tornando bem visíveis os ferrões e procura picar. Pode atingir de 3 a 4cm de corpo e até 15cm de envergadura de pernas.
Hábitos noturnos, acidentes freqüentes dentro de residências e nas suas proximidades, ao se manusearem material de construção, entulhos, lenha ou calçando sapatos. Também pode ser encontrada em bananeiras ou árvores com grandes folhagens. Acidentes mais observados em abril e maio, raramente levam a quadro grave. Picadas preferencialmente ocorrem em mãos e pés.
ARANHA ARMADEIRA (Phoneutria)
Aranha muito agressiva, com hábitos vespertinos e noturnos. São encontradas em bananeiras, folhagens, entre madeira e pedras empilhadas e no interior de residências


Ações do Veneno: Peçonha de P.nigriventer causa ativação e retardo da inativação dos canais neuronais de sódio, que pode provocar despolarização das fibras musculares e terminações nervosas sensitivas, motoras e do sistema nervoso autônomo, favorecendo a liberação de neurotransmissores, principalmente acetilcolina e catecolaminas. Também isolados peptídeos que podem induzir a contração da musculatura lisa vascular e aumentar a permeabilidade vascular, independentemente da ação dos canais de sódio.
QUADRO CLÍNICO: Predominam as manifestações locais. A dor imediata é o sintoma mais freqüente, apenas 1% dos casos apresentam-se assintomáticos após a picada. Sua intensidade é variável, podendo se irradiar até a raiz do membro acometido. Outras manifestações que podem ocorrer são: edema, eritema, parestesia e sudorese no local da picada, onde podem ser encontradas as marcas de dois pontos de inoculação, priapismo, choque e edema pulmonar.
Os acidentes são classificados em Leve, Moderado e Grave. Ver Quadro Resumo no final do capítulo.
EXAMES COMPLEMENTARES E TRATAMENTO:
Ver Quadro Resumo no final do capítulo.
OBS: 1. Deve ser evitado o uso de algumas drogas antagonistas dos receptores H1 da histamina, principalmente a prometazina (Fenergan), em crianças e idosos. Os efeitos tóxicos ou idiossincrásicos decorrentes do uso destes medicamentos podem determinar manifestações como sonolência, agitação psicomotora, alterações pupilares e taquicardia, que podem ser confundidas com as do envenenamento sistêmico.
OBS: 2. Crianças e idosos, devido ao maior risco de desenvolverem manifestações sistêmicas de envenenamento, devem ser sempre observados, pelo menos por até 6 horas após o acidente.

ACIDENTES POR LYCOSA
Acidentes por LYCOSA ou ARANHA DE JARDIM são freqüentes, mas não constituem problema de saúde pública. Aranha errante, não constrói teia, encontrada em gramas e jardins.
Os acidentes causados por Lycosa são importantes para o diagnóstico diferencial de loxoscelismo, pois muitas vezes ocorrem no mesmo habitat.
Ações do Veneno: Ação proteolítica local.
Quadro Clínico: Em geral, os acidentes tem pequena repercussão clínica. Após a picada, há o surgimento de uma reação local não muito acentuada, como dor local discreta, edema e eritema leves, que ocorrem em menos de 20% dos casos. Há relatos de necrose superficial no local, mas sem conseqüências clínicas.
Tratamento: Não existe tratamento específico. Pode-se utilizar analgésicos e antihistamínicos orais. Antissepsia e uso de corticóides tópicos.
Esse tipo sao bem interessantes e na minha visao inofensivas, eu pessoalmente adoro brincar com essas aranhas isso porque as que costumo encontrar sao sempre essas: aranhas de jardim. Abaixo vc poe ver imagens de aranhas que ja tive contato. e que na maioria das vezes encontrei aki na minha residencia:
tem uma dessas bem atras da minha casa nesse exato momento!





ACIDENTE POR CARANGUEJEIRAFoto: Marcus Buanonato
A aranha caranguejeira (Mygalomorphae) possui variado colorido e tamanho, desde milímetros até 20cm de envergadura de pernas. Algumas são muito pilosas. Os acidentes são destituídos de importância médica, sendo conhecida a irritação ocasionada na pele e mucosas devido aos pêlos urticantes, que algumas espécies liberam como forma de defesa. Os pêlos urticantes podem estar concentrados na região posterior do abdome, de 10.000 a 20.000 pêlos por mm.
Ações do Veneno: Podem provocar relaxamento da musculatura estriada em camundongos. Alguns gêneros apresentaram, em animais de laboratório, veneno com ação semelhante ao da Phoneutria.
Quadro Clínico: Dor no local da picada de pequena intensidade e curta duração, às vezes acompanhada de discreta hiperemia local. Não se conhece relato de acidentes graves. Do desprendimento dos pêlos, ocorrem manifestações cutâneas e das vias respiratórias altas, provocadas por ação irritativa ou alérgica nos pacientes previamente sensibilizados.
Estudos revelam que os testes cutâneos apresentam intensa reação positiva e altos níveis séricos de IgE, demonstrando que a reação de hipersensibilidade aguda contribui para o quadro inflamatório provocados por estas aranhas.
Tratamento: Casos leves regridem espontaneamente e casos mais severos tratar com analgésico, epinefrina, anti-histamínico e corticóide. Não há tratamento específico.



ACIDENTES POR VIÚVA NEGRA
LATRODECTISMO é o acidente causado pela aranha do gênero Lactrodectus popularmente conhecida como viúva negra, flamenguinha ou aranha ampulheta. No Brasil, os acidentes ocorrem na região Nordeste, principalmente no Estado da Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e Sergipe. Normalmente ocorrem quando são comprimidas contra o corpo.
Foto: Marcus Buanonato
A fêmea apresenta o corpo com aproximadamente 1cm de comprimento e 3cm de envergadura de pernas, o macho de 3 a 6mm, não é causador de acidentes. Habitam jardins, parques, gramados e plantações e podem ocultar-se nas residências. Têm hábitos sedentários, fazem teias irregulares, vivem de forma gregária e não são agressivas.


aki vc pode ver  do q essa aranha é capaz e obs.: a resistência da sua teia.
Ações do Veneno: Atua sobre terminações nervosas sensitivas provocando quadro doloroso no local da picada. Sua ação sobre o sistema nervoso autônomo leva à liberação de neurotransmissores adrenérgicos e colinérgicos e, na junção neuromuscular pré-sináptica, altera a permeabilidade aos íons sódio e potássio. Não há registro de óbitos.
Quadro Clínico: Dor local de intensidade variável, tipo mialgia, evoluindo para sensação de queimação (15 a 60min após o acidente). Lesões puntiformes, 1 ou 2, com 1 a 2mm e edema discreto. Hiperestesia na área da picada, placa urticariforme, infartamento ganglionar. Freqüentemente tremores, contrações espasmódicas dos membros, sudorese local, ansiedade, excitabilidade, insônia, cefaléia, prurido, eritema de face e pescoço. Contratura facial e trismo dos masséteres (“fáscies latrodectísmica”). Opressão precordial com sensação de morte eminente, taquicardia inicial e hipertensão seguidas de bradicardia.

Tratamento:
Tratamento Específico: O Soro Antilatrodectus (SALatr) é indicado nos casos graves, 1 a 2 ampolas IM. A melhora do paciente ocorre de 30min a 3h após a soroterapia.
Tratamento Sintomático: Utilização de compressas mornas no local e analgésicos. Pode ser utilizado Diazepan, Gluconato de Cálcio e Prometazina. Quando a dor é muito intensa, pode-se usar Meperidina ou Morfina. O tempo de permanência hospitalar, para doentes não submetidos a soroterapia deve ser no mínimo de 24 horas.
B. QUADRO RESUMO DAS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS E TRATAMENTO NOS ACIDENTES POR ARTRÓPODOS DE IMPORTÂNCIA TOXICOLÓGICA NO ESTADO DO PARANÁ 
LOXOSCELES
QUADRO CLÍNICO
AVALIAÇÃO INICIAL
MANIFES-TAÇÕES LOCAIS
MANIFES-TAÇÕES SISTÊMICAS
ALTERAÇÕES LABORA-TORIAIS
TRATAMENTO ESPECÍFICO
TRATAMENTO COMPLEMENTAR E SINTOMÁTICO
LEVE
- Edema, Eritema, Prurido e Dor discretos
- Febre, mal-estar
- Nenhuma
__________
- Analgésico
- Anti-histâmico
MODERADA
 - Ponto de necrose
 - Equimose - Enduração
 - Placa marmórea
 - Necrose
 - Dor em queimação
- Febre, mal-estar
- Rash cutâneo
- Náusea, vômito, diarréia
- Mialga, astenia, visão turva
- Sonolência

- Leucocitose
- Neutrofilia
- Prednisona 40mg/dia adulto e
1mg/kg/dia criança durante 5 dias
- Compressa fria
- Anti-sépticos locias
GRAVE
- Necrose ou placa marmórea extensas
- Palidez
- Icterícia
- Oligúria ou anúria
- Leucocitose
- V.G. diminuido
- Reticulócitos aumentados
- Uréia e creatina aumentadas
- Forma cutânea - 5 ampolas SALOx /SAAR - I.V.
- Forma cutânea visceral 10 ampolas (SALOx /SAAR) - I.V.
- Prednisona 40mg/dia adulto e
1mg/kg/dia criança durante 5 dias
- Compressa fria
- Anti-sépticos locias
PHONEUTRIA
QUADRO CLÍNICO
AVALIAÇÃO INICIAL
MANIFES-TAÇÕES LOCAIS
MANIFES-TAÇÕES SISTÊMICAS
ALTERAÇÕES LABORA-TORIAIS
TRATAMENTO ESPECÍFICO
TRATAMENTO COMPLEMENTAR E SINTOMÁTICO
LEVE
- Dor local
- Eventualmente taquicardia
- Nenhuma
__________
- Analgesia - dependendo da intensidade da dor (VO, I.M. ou bloqueio anestésico
- Compressa morna
MODERADA
 - Dor intensa
- Agitação
- Sudorese
- Vômitos ocasionais
- Hipertensão arterial
- Sialorréia

- Nenuma
- 2 - 4 ampolas SAAr - I.V.
- Analgesia
- Meperidina pode ser necessário
- Internamento
GRAVE
- Dor intensa
- Sudorese profunda
- Bradicardia
- Vômitos freqüentes
- Choque
- Edema pulmonar agudo
- Acidose metabólica
- Hipoglicemia
- E.C.G. alterado
- 5 - 10 ampolas SAAr - I.V.
- Analgesia
- UTI
Abreviações
SAAr - Soro Antiaracnídeo        
,SALOx -Soro Antiloxoscélico
V.O. Via Oral
I.V. - Intravenoso
T.C. - Tempo de Coagulação

Informaçoes retiradas do site da secretaria de Saúde do Paraná.                                       Mas modificado e melhorado.


                                              
  
I.M. Intramuscular                      

         







         






                                                                      

domingo, 7 de outubro de 2012

Pessoal vcs puderam ver as imagens do Zoo e conferir informaçoes importantes dos principais animais da Fundação e outras informações gerais postadas no post: Zoo de BH, e agora venho com uma post diferente mas que trata se do mesmo assunto.
         Quero compatihar com vcs os videos que fiz no meu passeio e espero que gostem, e como sempre nao deixe de comentar!

             






                                           
     

           
                           

                   
                       

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Identificando um meteoro.

encontrei na internet uma pagina que lhe ajuda a identificar um meteoro, achei bem interessante ate porque tenho uma rocha que achava que poderia ser sim um meteoro. Mas para tirar a duvida fiz o teste no link abaixo.
http://zeca.astronomos.com.br/meteoritos/meteorito.htm
provavelmente minha resposta não foi precisa pois na hora da pergunta abaixo não tinha água oxigenada

Pingue água oxigenada na rocha.
Ela borbulhou? SIM . . . . . . . . NAO


Então pulei ela dizendo que Não (ela não borbulhou), ai fui pra próxima que perguntou:

O interior da rocha é claro ou tem pintas claras? SIM . . . . . . . . NAO


ai fiquei em duvida pois na hora que lixei ela ela ficou clara (sendo que ela quebrada por ex.: é escura) mas como a pergunta deixa claro que é a respeito do interior da rocha (sem ser lixado pois se fosse estaria escrito, rsrsrrs) eu cliquei em NÃO.
e tive esta conclusão (infelizmente!)

Infelizmente (infelizmente mesmo!)os testes descartam a possibilidade desta rocha ser um meteorito,
mas se você quiser maiores esclarecimento, entre em contato no endereço abaixo:
Para Profª Maria Elizabeth Zucolotto
Museu Nacional / S. Meteorítica
Quinta da Boa Vista - São Cristóvão
Rio de Janeiro - RJ
CEP 20940-040
Tel.: (21) 2562-6975


apesar que já acreditava que poderia não ser pois é uma rocha simples que encontrei enterrada no meu quintal. E que já me deparei com muitas outras iguais.  

Agora depois de algumas pesquisas, eu acredito que essa rocha que eu tenho seja a grafite. pois ela é cheia de buracos por fora e quado você passa a mão solta uma tinta preta na mão como o grafite em pó!
mais tarde postarei as fotos dela.
Mas se você tem uma rocha que também desconfia... não custa nada testar né! então corre la e boa sorte!

Era uma vez uma casa de pássaros!

gente venho contar algo de muito ruim: meu pai cortou o principal pulheiro dos pássaros que visitam minha casa! a acerola foi brutalmente cortada! (rsrsrs.), levando ao chão pelo menos 3 ninhos. costumava ficar vários pássaros nela aproximadamente uns 5 a 7 variava. mas apenas 3 famílias de pássaros moravam mesmo na arvore.(uma família já tinha tido filhote e foram embora, ficando apenas 2 famílias) . uma pena agora com o que restou da arvore não abriga nem um pobre pássaro. (apenas alguns que param pra descansar ou observar a destruição de uma arvore que antigamente chegavam a brigar por ela!)  e tudo isso como sempre pra levantar uma construção  (aumentar a casa). e agora com os poucos pássaros q pousam na arvore pra curtir o por do sol (rsrsr) são super assustados é você passar a dois metros do individuo e você só ouve o som das asas batendo...
antigamente pelo motivo da arvore estar cheia de folas e galhos q davam uns 2m de sombra, os pássaros não percebiam sua aproximação (isso se vc não fizesse barulho!) e isso lhe permitia uma maior aproximação  Mas agora! a unica alternativa é fazer o uso de um binoculo ou para fotografar conseguir uma câmera com zoom que não interfere na qualidade da imagem e como eu não tenho a segunda opção uso o binoculo que ate tem uma boa aproximação e adapto a câmera do celular nele assim consigo um zoom razoável. talvez se decidir postar os videos q não são la nada de bom! vocês verão a minha situação!
continue lendo ou melhor vendo abaixo:

                                                              ANTES:

Meus irmãos brincando na sombra da árvore 


O tronco antes da poda.

Imagem mostrando parte do volume dos galhos e folhas.
DEPOIS:

os galhos cortados... e ainda tem mais que estava do outro lado do pé de acerola! e no meio disso tudo estava  2 dos 3 ninhos

foto mostrando parte dos galhos cortados e a árvore completa em tamanho 
Um pássaro na arvore depois da poda.
                                                             
Detalhe do corte e um fotogênico filhote de calango atrás!
aproximação que consseguiamos antes da poda

com com a câmera do cell adaptada ao binóculo 

Uma das 3 famílias que habitavam a árvore.Essa imagem mostra a família já com o filhote já com a habilidade de voar, assim logo depois eles foram embora e sobraram 2 famílias.

A fêmea vista com o binóculo voo ao me aproximar do ninho.


um dos 3 ninhos antes da poda.

O sol quase se pondo.



acho que essa fota era da segunda família (das 3 que haviam) que não pude acompanhar o crescimento do filhote por esta num ninho localizado em uma região alta da arvore e os galhos não me permitiam chegar ate la.

Segundo dos 3 ninhos antes da poda.
           Abaixo segue se 2 videos mostrando 2 ninhos de passarinho que tinha na arvore.
  O primeiro vídeo mostra o ninho já com um ''ovinho'' pouco antes do filhote nascer.

 O segundo vídeo foi feito depois da primeira família já ter chocado o ovo e o filhote ter aprendido a voar e ir embora, ficando assim a outra futura família que já tinha construído o ninho e botado seu ovo.
       



quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Zoológico de Belo Horizonte.


Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte

Um pouco de história!

O Jardim Zoológico de Belo Horizonte foi fundado em 25/01/1959, durante o governo municipal de Celso Mello Azevedo e, a partir de 1991, passou a fazer parte da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte.
Antes de ser construído onde se localiza atualmente – no complexo arquitetônico da Lagoa da Pampulha.
  – O Jardim Zoológico de Belo Horizonte estava previsto para ser no local onde funciona, atualmente, o Minas Tênis Clube I. Esse projeto não foi aprovado na época e, como a área da Pampulha estava sendo utilizada como um clube ou campo de golfe, o Zoológico foi sediado no Parque Municipal que, durante algum tempo, funcionou como um pequeno zoo, com exposição de algumas aves...
Mais tarde, a área da Pampulha, segunda maior área verde pública de “BH”, com quase 1,5 milhão de metros quadrados, foi destinada à construção do zoológico. Mesmo depois de inaugurado, as construções e reformas do zoológico eram realizadas com poucos recursos e o plantel de animais era mantido através de doações...
Nas décadas de 70 e 80 foi possível realizar algumas melhorias, como a construção da Portaria da Pampulha e o início da recuperação das áreas verdes. Foram construídos recintos mais apropriados, assim como realizadas várias permutas com zoológicos estrangeiros e brasileiros a fim de aumentar e melhorar a coleção de animais.
Hoje, a Fundação é a entidade responsável e que administra o Jardim Zoológico, o Jardim Botânico e o Parque Ecológico Francisco Lins do Rego, da capital mineira. O Zoológico é um dos Departamentos da Fundação – a qual integra a administração indireta da Prefeitura de Belo Horizonte.
Além de algumas interessantes seções como a de Aves e Mamíferos, o Zoológico possui uma estrutura que conta com Hospital Veterinário, Fazenda Educativa e seções de Nutrição, Enriquecimento Ambiental e Condicionamento Animal. Com espaços para desenvolver atividades educativas e de entretenimento, como a Casa de Educação Ambiental, Casa de Répteis e o Borboletário
Nota: O Zoo também possui um jardim japonês, inaugurado em 16/06 para comemorar o centenário da imigração japonesa no Brasil, celebrado em 2008.

O Zoológico possui um plantel de 250 espécies e 1.200 indivíduos, aproximadamente, divididos entre as classes de mamíferos, aves e répteis, além do borboletário onde são criadas mais de 40 espécies. A Fundação Zoo-Botânica possui 55 recintos com mamíferos na área de exposição e 24 no setor extra para abrigar um plantel de 173 animais de 47 espécies. Deste total, 119 indivíduos são de 31 espécies da fauna brasileira e 54 indivíduos de 16 espécies da fauna exótica (dados referentes ao mês de junho de 2005).
Alguns mamíferos africanos em exposição no zoológico:

Chimpanzé: “Serafim” é o chefe da família e está sempre em alerta, tomando conta de todos. “Agdá” é a mãe carinhosa de “Doroteia” e “Lunga”. “Doroteia”, mais conhecida como “Doro”, é a irmã mais velha, sempre atenta e gulosa. E “Lunga”, o caçulinha, é um moleque!

Cobo-de-meia-lua: A Zoo-Botânica possui uma grande família de cobos-de-meia-lua. Ao todo, são cinco machos e quatro fêmeas. Os machos jovens já foram separados do grupo para evitar confronto com o adulto na época de acasalamento. Aqui, esta espécie se reproduz com sucesso anualmente.
Crocodilo-do-nilo: É o único zoo brasileiro que possui um exemplar...

Elande: O Elande é um bovídeo africano que mede até 3,50 metros de comprimento e 1,80 de altura. Possui uma coloração castanho-amarelada com faixas verticais brancas no dorso. Seus cornos são grandes, espirais e estão presentes em ambos os sexos. A Zoo-Botânica possui um casal e um filhote. A alimentação na FZB-BH consiste de verduras, capim moido, ração e alfafa.

Elefante-africano: “Beré, Axé, Dandara e Jamba” são os quatro elefantes-africanos da Zoo-Botânica. “Dandara” e “Jamba” (o único macho do grupo), juntaram-se à “Beré” e “Axé” em 1998, após terem chegado da Namíbia. “Axé”, filha de “Beré”, é a primeira elefantinha nascida com sucesso em um zoológico da América Latina. Aliás, é o zoo que tem o maior grupo de elefantes-africanos na América: 3 sendo 1 macho e 2 fêmeas (2010).

Gorila: “Idi Amin” (1973-2011), um gorila macho, da subespécie gorila-das-planícies-do-oeste (Gorilla gorilla gorilla), chegou ao Zoológico em janeiro de 1975, acompanhado da fêmea “Dada”. Os dois vieram de um zoológico francês com aproximadamente dois anos de vida (data de nascimento estimada: 1973). Dada morreu em 1978 por complicações de uma infecção no ouvido (otite). Em 1984 chegou uma fêmea chamada Cleópatra, procedente do Zoológico de São Paulo. Doente, apresentando um quadro clínico de desidratação e diarreia, Cléo veio óbito 14 dias mais tarde. Desde 2005 Idi passou a ser o único exemplar da espécie em cativeiro na América do Sul. Em agosto de 2011, a FZB-BH recebeu duas fêmeas de gorila da Fundação Aspinall, do Reino Unido, a qual gerencia 2 zoológicos em seu país e o maior grupo de gorilas em cativeiro do mundo. As gorilas Imbi e Kifta são nascidas em cativeiro, têm 11 anos de idade e já atingiram a maturidade sexual. Em setembro de 2011 foram transferidas para o recinto da área de exposição e se juntaram ao gorila Idi. O gorila morreu em 07/03/2012 e, segundo a fundação, ele teve uma parada cardiorrespiratória irreversível. O gorila Idi será empalhado e deve ficar exposto no Museu de História Natural da PUC Minas. Segundo o curador da reserva técnica do museu, Bruno Garzon, será usado o processo de taxidermia, que preserva a pele do animal. O esqueleto do gorila também será aproveitado.

(O gorila Idi Amin, de 38 anos, morreu me parece que no inicio deste ano. Segundo a fundação, parece que 3 dias antes da morte o animal passou quase todo o tempo em seu dormitório e no outro dia teve uma parada cardiorrespiratória irreversíve. Veja mais informaçoes no G1: http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2012/03/gorila-idi-amin-morre-no-zoologico-de-belo-horizonte.html


Hipopótamo: “Toquinho” e “Popota” são o casal mais esbelto da Zoo-Botânica! Juntos com a charmosa “Geriza”, formam o trio da pesada de hipopótamos. Pesam de 3 a 4,5 toneladas e são bem redondinhos. De coloração rosada, estes simpáticos animais adoram ficar dentro da água mergulhando.

Leão-africano: “Simba” é o rei da Zoo-Botânica e tem duas esposas, “Priscila” e “Léa”. Aqui se alimentam de carne bovina, frango e coração.

Mandril: Os mandrils são bonitos macacos que ficaram famosos com o filme “O Rei Leão”! Têm o rosto bem colorido e o bumbum de coloração lilás. A fêmea é bem menor do que o macho e possui pelagem de coloração menos intensa. Gostam muito de andar e se alimentam de frutas, legumes, verduras e ração. Na natureza, também caçam pequenos animais. Aqui, ficam em um fosso como os chimpanzés e felinos. São bem agressivos e os tratadores têm que tomar cuidado ao alimentá-los.

Rinoceronte-branco: “Luna” e “Doran”, como são chamados o casal de rinocerontes-brancos da Zoo-Botânica. Chegam a medir mais de quatro metros e pesam mais de três toneladas.




Girafas da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte, fotos de 27/12/2003.



A Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte faz intercâmbio internacional com: Natal Parks Board, localizado próximo a cidade de Natal, na África do Sul (não é parque nacional, mas um parque local daquela região). A dieta da girafas no zoo é composta por ração, alfafa, cenoura, banana, maçã, verduras, rama de batata e galhos de leguminosas.
O Jardim Zoológico trabalha com Studbooks, o livro de registro genealógico das espécies. Uma genealogia (pedigree) é um registro de todos os animais, vivos e mortos, descendentes de um grupo de ancestrais nascidos na natureza (isto é, os fundadores). Os studbooks constituem valiosas informações básicas que permitem ao biólogo de um zoológico tomar decisões racionais para o manejo de populações em cativeiro. A Seção de Mamíferos da FZB-BH participa de vários studbooks, entre eles North American Regional Giraffe Studbook com girafa...
  

22/10/2003 (por Valéria do Socorro Pereira): Em 16/07/2003 (quarta-feira), às 21h20, nasceu uma girafa fêmea em Belo Horizonte. O filhote pesava cerca de 80 quilos, com 1,80 metro no momento de seu nascimento – é a primeira girafa nascida em um zoológico público do Estado de Minas Gerais. Houve uma eleição para escolha do nome e o escolhido foi: “Yaza” – que significa “Sorte” em um dialeto africano...
Na foto abaixo eu registrei “Yaza” sentada, quando ela tinha 5 meses de idade (27/12/2003). No dia 24/08/2004, “Yaza” foi trocada com Ana Raio do Zoo de Brasília.



07/11/2006: Nasceu na terça-feira, dia 7 de novembro, uma girafa fêmea, terceiro filhote do casal de girafas africanas Zola e Rafiqui. A gestação durou 15 meses e o parto 4 horas. A girafinha está bem, ainda não tem nome e pesou ao nascer 90 quilos e media 1,80 metro de altura... (informação de Carlos, em 14/11/06)
“Ayana” (“iluminada de sol”) já está correndo pelo viveiro... Ela está no terreno de 2,5 mil metros quadrados, que tem área cercada por toras de eucalipto e piso de grama. A dieta desses animais, na Zoo-Botânica, é composta de ração, alfafa, cenoura, banana, maçã, verduras, rama de batata e galhos de leguminosas...
Em passeio ao zoológico, nas férias de janeiro, três girafas (duas juntas e outra com a zebra) foram flagradas por Sueli, seu sobrinho e sua filha Thais Bebiana A. Lima (thaisbebiana@hotmail.com), quem tirou as duas fotos abaixo em 13/01/2009. Do lado esquerdo da tela, foto número 100_3407. Do lado direito, foto número 100_3417.




Conteúdo acima foi retirado de:   http://www.girafamania.com.br/introducao/zoo_bh.htm


                                                Agora sim começarei a escrever!

Gente, venho falar agora do Zoológico de BH, a terceira maior área verde publica da cidade.passear por 1,8 milhão de metros quadrados não é fácil  com diferentes áreas como: Jardim Zoológico  Aquário de peixes da bacia do Rio Sao Francisco, jardim Botânico, jardim japonês e parque ecológico da Pampulha.
 Veja abaixo uma descrição de cada área citada acima:

  - No jardim zoológico  você encontra se cara a cara com mais de mil animais de especies diferentes! todos muio simpáticos e claro bem cuidados e acima de tudo PROTEGIDOS.
                                       Não tenha duvida essa aventura vai ser o bicho!

  Não deixe de conhecer o Aquário você ira navegar por um lugar repleto de peixes nativos das águas do Sao Francisco. Sao 22 tanques, alem de um segundo piso para observar os peixes por cima e se sentir como se estivesse as margens do rio.


Aquário

O zoológico de Belo Horizonte (MG) inaugura aquário com espécies do Rio São Francisco

Este é o maior aquário temático de água doce do Brasil

me parece que o Ingresso custa R$ 5 se nao mudaram!


Funcionários finalizam trabalhos no aquário e observam os peixes

Pescadores ribeirinhos do São Francisco ajudaram na coleta de espécimes

Aquário começou a ser construído em 2006 e custou R$ 5,5 milhões

Aquário tem cerca de 3 mil metros quadrados e fica na Pampulha

O aquário tem 1.200 peixes de 50 espécies diferentes


O local funciona de 3ª a domingo, das 8h30 às 16h. End.: Av. Otacílio Negrão de Lima, 8.000 - BH


Entre as espécies expostas estão peixes como o dourado, matrinxã e pacu-caranha





No jardim Botânico  a grande atracão são as plantas claro! Você vai encontrar milhares de especies, com formatos e cores diferentes.

























 Mas a aventura só é concluída com o parque ecológico  visite e aprecie o verde que a zoobotânica preserva pra você!





  O parque Ecológico mantem 30 hectares de área verde, um bosque de especies nativas dos principais biomas brasileiros. Aqui, o aventureiro pode aproveitar para descansar, ler ou praticar esportes. Ainda oferece equipamentos de ginastica e pistas pra quem deseja fazer caminhada, Cooper ou andar em bicicletas- 20 delas estão a disposição para maiores de 18 passearem por áreas permitidas do parque.

  Aproveite para conhecer também o memorial Minas Japão construído para comemorar o Centenário da imigração Japonesa e celebrar a relação de Belo Horizonte com esse país.

          Funcionamento do parque: de terça a quinta-feira, apenas para grupos agendados; de sexta a domingo e aos feriados, para o publico em geral, das 8h30 ás 17h
      
Atenção: as imagens do inicio e do aquário não são de minha autoria, mas todas do jardim botânico são sim de minha autoria. e para poderem apreciar e conhecer mais um pouco desse lugar incrível visitando o meu álbum Zoo BH  do Facebook:  http://www.facebook.com/messias.fernandes.984/photos_albums    
  Sao mais de 400 imagens com algumas pessoais da minha família no meio...rsrsr e minhas tb!